Bem-vindo ao Kit Folclore! Vamos conhecer juntos a história do Curupira?

 

NOTA: optamos por manter as lendas originais, que tem aspectos que podem ser considerados sensíveis para algumas faixas etárias. Recomendamos uma leitura prévia e a discrição dos pais do que deve ser compartilhado ou não com a criança.

 

Curupira, o duende selvagem

Imagem: ilustração de Rodrigo Rosa

Quem avisa, amigo é

Rio sinuoso floresta adentro, segue vagarosamente a canoa com seus passageiros especiais. Pescadores, caçadores ou simples viajantes. Amazonas, Pará ou Mato Grosso, não importa. O estranho som chega, intermitente, ao ouvido de todos.

Em meio ao barulho-quase-silêncio dos remos encontrando as águas; dos pássaros cantando e do murmúrio do vento, pode-se ouvir longínquas pancadas em troncos escondidos. É o Curupira, certificando-se de que as árvores resistirão à tempestade, ao mesmo tempo em que avisa os habitantes da floresta sobre a tormenta que se aproxima.

Pés ao contrário

 

Quem já viu o Curupira, descreve-o assustado: é um ser de pequena estatura, corpo coberto de pelos, olhos injetados de sangue, unhas azuis e, sua mais curiosa característica, pés virados para trás. A estranha criatura caminha pelas florestas com o calcanhar voltado para a frente, deixando pegadas ao contrário.

Imagem: ilustração de Rodrigo Rosa

Imagem: ilustração de Rodrigo Rosa

Caça caçadora

 

Diz a lenda tratar-se de um estranho ser que protege a floresta e seus animais. Verdadeiro duende selvagem, o Curupira ocupa todo o seu tempo em defendê-los contra caçadores imprudentes. Ai daquele que se aventurar a matar animais, principalmente se ainda forem pequenos. As fêmeas, então, nem se fale. Se estiverem prenhas, pior ainda.

Para defender a natureza que o abriga, o Curupira ataca seus inimigos fazendo deles vítimas que castiga de várias maneiras. A mais comum é transformar-se em caça, atraindo então o caçador cada vez mais para o interior da floresta, impossibilitando-o de encontrar o caminho de volta.

Imagem: ilustração de Rodrigo Rosa

Psiu, não conta pra ninguém

 

Mas o Curupira não é só terror. Chega até mesmo a ajudar. Em troca de armas infalíveis, ele exige fumo, comida, cachaça e… segredo absoluto.

Imagem: ilustração de Rodrigo Rosa

A lenda do CURUPIRA

 

A primeira menção ou registro escrito que se tem do Curupira data de 1560, pelas mãos do Padre José de Anchieta. Considerado o mais antigo duende do Brasil, chama a atenção pela surpreendente diversidade de formas, hábitos e comportamentos que adquire de região para região.

A característica mais marcante, que parece surgir sempre que se descreve o Curupira, são os pés voltados para trás e o corpo coberto de pêlos. Suas histórias fundem-se com as do Saci em determinadas regiões, e com a Caipora em outras. Ora aparece como Caapora, ora como Zumbi. Outras vezes, ainda, como Caiçara, sempre acompanhado de um grande número de porcos do mato.

DobraDana

Quer contar a lenda do Curupira para seus amigos? É fácil e divertido! Basta baixar o PDF do DobraDana, imprimir e montar este livrinho de bolso e dar asas a sua imaginação.

O conteúdo desta página foi gentilmente cedido à Ulla pela Dana, fabricante de autopeças, que faz um belo trabalho em promover a cultura brasileira. Para saber mais sobre a Dana e suas ações no Brasil, clique aqui

Kit Folclore

9 blocos que formam

6 quebra-cabeças do folclore brasileiro

QR Code camuflado

Cada uma das 6 ilustrações tem um QR Code Camuflado.

Fazendo a leitura do blocos, você será levado para uma página online que conta com lirismo a história de cada lenda.

 

Nosso objetivo é unir:

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Sobre a Ulla Blocos

Desenvolvemos e produzimos blocos de montar que promovem descobertas para adultos e crianças. O que amamos fazer é aumentar o potencial do mais tradicional dos brinquedos. Eles não são somente cubos, são poliedros perfeitos de Platão!

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